EUA atacam a Venezuela e capturam Nicolás Maduro: entenda conflito
Segundo Trump, a operação foi bem-sucedida e Maduro foi retirado da Venezuela e levado para julgamento nos EUA
Em um dos episódios mais dramáticos das relações hemisféricas em décadas, os Estados Unidos lançaram uma operação militar em solo venezuelano neste sábado (3), com bombardeios e incursões em Caracas e outras regiões — que, segundo o presidente americano Donald Trump, resultaram na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores.
Segundo Trump, a operação foi bem-sucedida e Maduro foi retirado da Venezuela e levado para julgamento nos EUA sob acusações criminais, incluindo narco-terrorismo e tráfico de drogas, conforme anunciou o procurador-geral dos Estados Unidos.
Maduro e sua esposa, a primeira-dama Cilia Flores, foram formalmente acusados na Justiça dos EUA pelos seguintes crimes:
- Conspiração para narcoterrorismo;
- Conspiração para importação de cocaína;
- Posse de metralhadoras e dispositivos explosivos;
- Conspiração para posse de metralhadores.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (3) que forças americanas realizaram um ataque de grande escala contra a Venezuela e capturaram o presidente Nicolás Maduro. A declaração foi feita em uma rede social.
Logo após o início da ofensiva, o governo da Venezuela publicou um comunicado afirmando que o país estava sob ataque. Caracas disse que o presidente venezuelano convocou forças sociais e políticas a ativar planos de mobilização.
“O presidente Nicolás Maduro assinou e ordenou a implementação do decreto que declara o estado de Comoção Exterior em todo o território nacional, para proteger os direitos da população, o pleno funcionamento das instituições republicanas e passar de imediato à luta armada”, diz o texto.
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