Cantor morre após queda de avião
Natural de Manzanares, o cantor trilhou um caminho de superação para alcançar o estrelato
O cenário musical latino-americano amanhece em luto neste domingo (11) com a triste notícia da morte do cantor colombiano Yeison Jiménez, de 34 anos. O artista estava entre as seis vítimas de um trágico acidente aéreo ocorrido na tarde de sábado (10), no centro da Colômbia.
A aeronave de pequeno porte caiu e pegou fogo logo após a decolagem, sem deixar sobreviventes. A confirmação do falecimento veio através do coronel Álvaro Bello, da Diretoria de Aeronáutica Civil colombiana. Segundo as informações divulgadas pelas autoridades, o avião particular decolou do aeródromo de Paipa, no departamento de Boyacá, por volta das 16h locais (18h no horário de Brasília), com destino à cidade de Medellín.
Imagens que circularam nas redes sociais mostram que a aeronave não conseguiu atingir a altitude necessária, saindo da pista e colidindo em uma área de mata próxima, onde foi rapidamente consumida pelas chamas. Além de Yeison Jiménez, perderam a vida o piloto e quatro membros de sua equipe de trabalho.
Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal em Bogotá para o processo oficial de identificação, antes de serem entregues às famílias. Yeison Jiménez era reconhecido como uma das vozes mais potentes da música popular contemporânea na Colômbia, conhecido por mesclar ritmos tradicionais como rancheiras e corridos.
Natural de Manzanares, o cantor trilhou um caminho de superação para alcançar o estrelato, assinando com uma afiliada da Universal Music em 2021. Músicas como “Aventurero”, “Vete” e “Guaro” acumulam milhões de reproduções nas plataformas digitais, e seu single mais recente, “Pedazos”, foi lançado há cerca de quatro meses. A notícia da partida precoce do artista, que vivia um dos melhores momentos de sua carreira, gerou uma onda de homenagens e manifestações de choque de fãs e colegas de profissão nas redes sociais. Artistas de renome internacional expressaram sua dor e lamentaram a perda.
Em comunicado conjunto, a Aeronáutica Civil e os órgãos de segurança declararam que “não há sobreviventes do acidente. A decisão de transferir os corpos para Bogotá visa garantir a precisão nos exames de identificação e dar suporte necessário aos familiares neste momento de profunda dor.”
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