Dia Mundial da Obesidade reforça alerta sobre doença crônica no Brasil
Dados chamam atenção para o crescimento dos casos e a importância do tratamento médico especializado




Lembrado em 4 de março, o Dia Mundial da Obesidade destaca um problema que já é considerado uma das maiores crises de saúde pública. Dados do Ministério da Saúde e do IBGE indicam que mais da metade dos adultos brasileiros está com excesso de peso e cerca de 25% vivem com obesidade. A Organização Mundial da Saúde classifica a condição como epidemia global.
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O avanço da obesidade infantil é um dos pontos mais preocupantes. Alimentação rica em ultraprocessados, sedentarismo e excesso de tempo nas telas contribuem para o aumento de casos entre crianças, que já apresentam quadros como hipertensão, resistência à insulina e alterações no colesterol, problemas antes mais comuns em adultos.
A obesidade também está associada a diversas comorbidades, como diabetes tipo 2, hipertensão, gordura no fígado, apneia do sono e doenças cardiovasculares. O diagnóstico precoce é fundamental para evitar complicações graves, como infarto e AVC.
Especialistas reforçam que obesidade é uma doença crônica, multifatorial e complexa — não se trata apenas de estética ou falta de força de vontade. O tratamento deve ser individualizado e pode incluir reeducação alimentar, atividade física orientada, acompanhamento psicológico, medicamentos e, em alguns casos, cirurgia bariátrica.
Medicamentos e canetas emagrecedoras usados no tratamento da obesidade ou do sobrepeso com comorbidades só devem ser usados com prescrição e acompanhamento médico. O tratamento precisa ser individualizado, com avaliação clínica, análise de possíveis contraindicações, monitoramento de efeitos colaterais e ajustes de dose quando necessário. O uso sem orientação profissional pode trazer riscos à saúde e prejudicar os resultados.
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