GCM é agredido e tem arma furtada após confusão com cavaleiros em estrada rural de Limeira
Discussão começou após arremesso de pedra contra veículo; agente estava de folga e acabou ferido
Um guarda civil municipal de 48 anos foi agredido e teve sua arma particular furtada durante uma confusão com um grupo de cavaleiros no Bairro dos Pires, em Limeira (SP), na tarde deste domingo (12). O caso aconteceu por volta das 15h, em uma estrada de terra.
Segundo o boletim de ocorrência, o agente estava de folga e trafegava com seu carro, um Citroën C3 Aircross, quando o veículo foi atingido por uma pedra arremessada por dois homens que estavam à margem da via. O impacto quebrou o para-brisa do automóvel.
O guarda parou o carro e desceu para verificar o dano, momento em que o grupo avançou em sua direção. Ele afirmou que retirou sua arma de serviço, mantendo-a junto à perna, apenas para se proteger. Um dos homens fugiu em direção a uma chácara próxima e retornou acompanhado de outras pessoas.
De acordo com o relato, o GCM tentou resolver a situação pacificamente e chegou a avisar que chamaria a Polícia Militar (PM), mas foi retirado à força do veículo, arrastado e jogado contra um alambrado. Durante a agressão, o grupo tomou sua arma funcional e o imobilizou até a chegada da PM.
Quando conseguiu se levantar, o agente percebeu que o interior do carro havia sido revirado e constatou o desaparecimento de uma segunda arma, de uso particular, que estava guardada dentro de uma mochila.
Os envolvidos, de 41 e 43 anos, foram levados ao Plantão Policial de Limeira, onde negaram ter furtado o armamento. A arma funcional do guarda foi recuperada, mas a particular ainda não foi localizada.
O GCM foi levado à Santa Casa de Limeira, onde recebeu atendimento médico por causa das lesões. A arma institucional foi apreendida para perícia e um exame de corpo de delito foi solicitado.
As versões apresentadas pelos envolvidos são divergentes. Um dos homens afirmou que o carro do guarda trafegava em alta velocidade pela estrada, o que teria motivado o arremesso da pedra. A versão foi negada pela vítima, que alegou estar em baixa velocidade devido às condições da via e a um pneu murcho.
Após serem ouvidos, os suspeitos foram liberados. O caso segue sob investigação para apurar a subtração da arma particular e esclarecer as circunstâncias da agressão.
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