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Marco Feliciano ataca Mourão nas redes sociais e sugere impeachment do vice

Deputado federal defende que o general seja acusado de crime de responsabilidade e obedeça à hierarquia de Jair Bolsonaro (PSL)


Por Redação Educadora Publicado 04/04/2019
Divulgação

Os depoimentos do presidente em exercício da República, general Hamilton Mourão (PRTB), têm gerado repercussão entre integrantes do governo e admiradores de Jair Bolsonaro (PSL). Após comprar briga com Olavo de Carvalho, conhecido como o guru da família Bolsonaro, o vice tem sido alvo de xingamentos, nas redes sociais, por parte do deputado federal e pastor Marcos Feliciano (PSC-SP).

Nesta quarta-feira (3/4), Feliciano criticou Mourão, via Twitter, por ter acusado Bolsonaro de enviar um vídeo a favor da ditadura militar e por ter afirmado à imprensa que “nazismo e comunismo são duas faces de uma moeda”. “Sua conduta é desleal/indigna/desonrosa e indecorosa! Vice também sofre impeachment: é crime de responsabilidade proceder de modo incompatível com a dignidade, a honra e o decoro do cargo”, postou o pastor.

 

Ele comparou a situação com a frase de Cícero, senador romano, que dizia: “Até quando, Catilina, abusarás de nossa paciência?”.

Para reforçar a ideia de impeachment de Mourão, o parlamentar afirma que, entre as competências da Câmara dos Deputados, está a “instauração de processo contra o presidente e o vice-presidente da República”, e do Senado Federal, “processar e julgar o presidente e o vice da República nos crimes de responsabilidade”. Pelo twitter, Feliciano acusa Mourão de cometer crime de responsabilidade e cita a lei que explica a acusação.

Para finalizar, o religioso diz que, devido ao fato de Mourão ser general, ele deveria saber respeitar a hierarquia do presidente eleito. “A CF diz que quem chefia o Poder Executivo Fed é o presidente @jairbolsonaro logo, @GeneralMourao ao reiteradamente e de forma constante e pública desdizer e corrigir seu chefe e superior hierárquico, está se portando de maneira indecorosa (sem recato), de maneira indigna ao cargo que ocupa”, completou.

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