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Bolsonaro: se homem do campo tivesse ficado em casa não teria arroz nem a R$ 35

Na saída do Palácio da Alvorada, Bolsonaro reforçou para apoiadores que não irá tabelar preços e que o País terá uma supersafra de arroz no fim de dezembro e início do ano que vem


Por Estadão Conteúdo Publicado 14/10/2020
Foto: Isac Nóbrega/PR

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) reforçou nesta quarta (14) que trabalhadores do campo garantiram o abastecimento de alimentos no País, como o do arroz mesmo que o preço tenha aumentado significativamente nos últimos meses. Em conversa com apoiadores, o chefe do Executivo associou a alta no preço do produto à política de isolamento adotada como prevenção à pandemia da covid-19.

“Acabaram com os empregos, aí sobe o preço do arroz, né? Fique em casa, pô. Já pensou se o homem do campo tivesse ficado em casa? Não teria nem a R$ 30, R$ 35 o pacote de cinco quilos. Não teria arroz”, declarou. Em nova crítica às medidas de isolamento, Bolsonaro disse ainda que o momento é de “pagar a conta” por conta da política do “fica em casa”.

Na saída do Palácio da Alvorada, Bolsonaro reforçou para apoiadores que não irá tabelar preços e que o País terá uma supersafra de arroz no fim de dezembro e início do ano que vem. “Agora está vindo uma supersafra de arroz. O homem do campo trabalhou e produziu como sempre. Os empréstimos junto ao Banco do Brasil de pequenos e médios produtores foi enorme”, destacou.

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