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Abel diz que pressão psicológica afetou o Palmeiras e exalta atuação na Argentina

Mesmo com derrota do Palmeiras por 2 a 0 para o River Plate, na terça-feira (12), no Allianz Parque, brasileiros se classificaram a final por terem vencido por 3 a 0 na Argentina


Por Estadão Conteúdo Publicado 13/01/2021
Foto: César Greco/SE Palmeiras

O técnico Abel Ferreira avaliou que o aspecto psicológico foi fundamental para a fraca atuação do Palmeiras na derrota por 2 a 0 para o River Plate, na terça-feira (12), no Allianz Parque. O resultado foi suficiente para o time avançar à final da Copa Libertadores, mas a vaga acabou sendo obtida com muito sofrimento, na sequência do marcante triunfo por 3 a 0 na Argentina.

Na visão do treinador português, o River Plate não tinha nada a perder e se aproveitou desse cenário para explorar a tensão do Palmeiras, que se sentia na obrigação de classificar. Também avaliou que o gol perdido por Rony nos minutos iniciais do duelo desta terça-feira ajudou a mudar o cenário do duelo favoravelmente ao time argentino.

“Já tinha dito que era possível eles fazerem os três gols, com um treinador que está há cinco anos na equipe, ganhou duas vezes (a Libertadores), com jogadores experientes e que veio sem nada a perder. E como gosto da psicologia, é um dos componentes que eu adoro, a intensidade do sentimento da perda é o dobro do lucro. E o jogo hoje era muito mental. Se sai o gol na primeira bola do Rony, matávamos o adversário animicamente”, comentou, em entrevista coletiva.

Abel fez questão de exaltar a excelente atuação que o Palmeiras teve na Argentina, apontando que o placar poderia ter sido até maior. Depois, reconheceu que o River Plate teve o domínio do duelo em São Paulo, mas também destacou que a equipe conseguiu sustentar a vantagem no somatório do placar após ir ao intervalo no seu estádio perdendo por 2 a 0.

“Nós fizemos três gols lá, mas poderíamos ter feito o quarto e o quinto embaixo da baliza, com o Veiga e o Willian e matávamos a eliminatória. E eu estudei a equipe, sabia que eles poderiam fazer três gols. Os primeiros gols foram de escanteio e lançamento. No intervalo, com 2 a 0, o adversário está animicamente muito forte e nós com o sentimento de perda da vantagem. Tivemos de sofrer e conseguimos a qualificação muito pelo jogo que fizemos na Argentina. No primeiro jogo fomos muito superiores e no segundo o River foi superior”, comentou.

A final da Libertadores será disputada em 30 de janeiro, no Maracanã. E o adversário do Palmeiras sairá do duelo entre Santos e Boca Juniors, nesta quarta-feira, às 19h15. Na ida, no Estádio La Bombonera, os times empataram por 0 a 0.

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