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Sindsel aceita proposta da Prefeitura de Limeira de 21% de reajuste e vale-alimentação de R$ 500

Também ficou acordado que a administração municipal seguirá pagando o vale-alimentação aos aposentados até julho e que a nova alíquota de desconto do IPML, que passará para 14%, começará a ser descontada em julho


Por Redação Educadora Publicado 14/02/2022
Sindsel aceita proposta da Prefeitura de Limeira de 21% de reajuste e vale-alimentação de R$ 500
Foto: Roberto Gardinalli

Foi aceita, em assembleia do Sindicato dos Funcionários e Servidores Públicos Municipais de Limeira (Sindsel), a proposta de reajuste salarial enviada à entidade na tarde desta segunda-feira (14). A nova proposta do Executivo é a de reajuste salarial dos servidores municipais no total de 21%, divididos em metade para o mês de março e o restante em maio, além de vale alimentação no valor de R$ 500, que deve ser pago integralmente a partir do mês de abril. A assembleia foi realizada em frente a Câmara de Limeira. Além disso, ficou acordado que a administração municipal seguirá pagando o vale-alimentação aos aposentados até julho, quando as partes voltarão a discutir o tema. Já sobre o aumento da alíquota de desconto de recolhimento destinado ao Instituto de Previdência Municipal de Limeira (IPML), que passará dos atuais 11% para 14%, a Prefeitura resolveu iniciar o novo desconto também somente em julho, quando o Sindsel decidirá o que fará a respeito. Com a decisão, os servidores voltarão ao trabalho normal nesta terça (15).

A oferta foi aceita após um dia de paralisação da categoria, que reuniu cerca de 1 mil pessoas em frente ao Edifício Prada. Liminar concedida pela Justiça à Prefeitura de Limeira obrigava que os servidores da Saúde e Educação trabalhassem com 100% do efetivo. O Sindsel tentou recorrer da liminar, mas não teve resposta até o final do dia.

Conforme mostrou a Educadora, a Prefeitura de Limeira fez três propostas de reajuste salarial para a categoria. A primeira foi de 15,5% de reajuste, sendo 5% retroativo a 1° de janeiro e mais 10% que começaria a vigorar a partir de 1° de junho, que foi recusada. Depois, foi apresentada, na última quarta-feira (9), reajuste de 20,5%. O sindicato recusou novamente. Por fim, foi oferecido reajuste de 21%, parcelados em março e maio. No acumulado, o reajuste chegaria aos 21%, além de aumento do vale alimentação para R$ 500.

* Texto: Roberto Gardinalli

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