Limeira prepara equipe para implantação de motolâncias do Samu

Profissionais do Grupo de Motociclistas de Atendimento de Urgência passaram por treinamento de pilotagem antes da capacitação oficial em Taboão da Serra


Por Redação Educadora Publicado 20/08/2026
Limeira prepara equipe para implantação de motolâncias do Samu
Foto: Wagner Morente

Profissionais que vão atuar nas motolâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Limeira (SP) participaram, na semana passada, de um treinamento de pilotagem voltado à condução segura das motocicletas. A capacitação antecede o curso oficial que dará certificação à equipe e é uma das etapas para a implantação do serviço no município.

O treinamento foi realizado pela equipe da Ronda Ostensiva Municipal (Romu), da Guarda Civil Municipal (GCM), e teve como foco técnicas de pilotagem, prevenção de acidentes, agilidade e precisão durante os deslocamentos em situações de emergência.

Os profissionais foram selecionados para integrar o Grupo de Motociclistas de Atendimento de Urgência (GMAU). Entre eles está Bruna Rodrigues, de 40 anos, técnica de enfermagem do Samu desde 2020 e motociclista há 15 anos.

Bruna decidiu participar do programa por considerar a atividade um novo desafio. Segundo ela, as motolâncias poderão reduzir o tempo de chegada das equipes às ocorrências, principalmente nos horários de maior movimento, quando o trânsito fica mais intenso.

Atendimento em diferentes situações

De acordo com a coordenadora do Samu, Thamara Macial Garcia Ribeiro, o serviço terá suporte intermediário e poderá atuar em diferentes tipos de ocorrências.

Em casos considerados de menor complexidade, como crises de hipoglicemia, os motociclistas poderão realizar o atendimento completo do paciente. Em situações mais graves, a equipe poderá iniciar a assistência no local e permanecer até a chegada da ambulância.

Certificação ocorre na próxima semana

A próxima etapa será o Curso GMAU, que será realizado na próxima semana, em Taboão da Serra (SP). A capacitação concederá a certificação oficial aos profissionais selecionados.

A certificação é necessária para a habilitação do serviço junto ao Ministério da Saúde e também para que o município possa receber recursos federais destinados à implantação e manutenção do programa.

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